segunda-feira, 11 de maio de 2015

Somos exageradas ou muito atarefadas?

 
Depois do evento #mulheresnocomando onde lidero com amigas parceiras um grupo de mulheres empreendedoras, depois do CONAMÃE, depois de tanto estudar e tentar dar conta do sono em horário decente, aparência física, saúde, casa, educação do filho, marido, projetos crafts, fico me perguntando...somos exageradas quando reclamamos da dupla ou tripla jornada ou somos de fato muito atarefadas?
Tenho me visto sempre muito cansada, mal humorada e com má vontade de lidar com meu companheiro porque muitas vezes me sinto injustiçada com relação às tarefas do lar.
Ok, escolhi trabalhar de casa, ok tenho ajuda doméstica, ok faço o que amo...mas, na hora de sair, vejo que tenho um milhão de tarefas a mais do que ele...na hora de subir para a cama, vejo que tenho 2000 mais tarefas que ele e por aí vai.
Amo minha casa, minha família, fazer as coisas para todos, no coletivo, mas tem horas que é exaustivo dar conta de tantas coisas e fracassamos mesmo.
Além de fazer o que gosto, seria muito bom viver e ser bem remunerada pelo que faço e poder ter a independência financeira e ao final do dia abrir um bom vinho, ler o livro que eu quis comprar, ver minha casa com os objetos de decoração que eu gostaria e hoje em dia a sensação que eu tenho é que antes eu tinha dinheiro e não tinha tempo, agora eu não tenho tempo e não tenho dinheiro...e aí não consigo nem ler, escrever, fazer os presentes que gostaria, arrumar os cantos da casa e nem comprar os presentes ou pagar a conta do restaurante chic que eu gostaria de ir.
Isso é inquietante.
Estou passando por um processo bem exaustivo e me vejo vitoriosa, com essa equação resolvida: mais tempo + dinheiro + satisfação
Tenho metas, deveres de casa e ações a implementar todos os dias
Mas ainda assim penso...porque tem que ser assim...e fico com fama de atrasada, desorganizada, de que vou dormir tarde...e estou sempre cansada...porque além de tudo que faço para manter minha empresa, gerar oportunidades e mobilizar outras mulheres empreendedoras, tem tarefas que tomam tempo, exigem esforço e que se ninguém fizer, vira o caos...e não dá para ter um dia com 72 horas, então...repensar as prioridades. Cortar o que não serve. Valorizar mais meu tempo. Me envolver em projeto onde meu tempo e minha energia serão de fatos recompensados.
Vamos que vamos!

De mãe para filho

 
Eu fiquei encantada com o convite da escola do Miguel para que nós, mamães pudéssemos vivenciar em três oficinas momentos inesquecíveis ao lado de nossos filhotes.
Aqui, eu e ele confeccionando uma bolsa, na verdade, lixeirinha para carro, juntos, com desenho e material para colar. Ele ficou tão feliz, tão orgulhoso. Só falava do dia das mães, que eu iria lá fazer coisas com ele, dançar Iapo, que ele tinha feito um cartão.
A escola tem muito de vida prática e envolve as crianças nos preparativos de cada projeto, de cada vivência.
Me emociono, sou grata e muito feliz por poder proporcionar essa educação para o Miguel.
Parabéns a todos os envolvidos no projeto. Foi um presentão. Muito melhor do que uma apresentação ou presente comprado. O tempo junto é o que temos de melhor a dar par nossos filhos.

 

 
Curtimos muito a oficina do professor de música, que anunciava em notas uma melodia e precisávamos adivinhar, cantar, bater palma, dançar...a Iapo, me lembrou as canções escoteiras e ainda conhecemos um trabalho autoral do professor, super apaixonado pelo que faz, com o universo musical infantil. Gamei! Miguel e eu nos divertimos muito!
 

 
Novidade, o Miguel agora é blogueiro! Sim, eu parei de escrever no blog em que contei a gestação e a fase dele bebê, que estiquei até os 4 anos. Agora o Miguel tem um canal no You Tube, uma fan page e um blog onde vamos dar dicas sobre coisas Geek, brincadeiras, farra, diversão, trabalhos escolares, decoração que todo menino amaria experimentar no quarto, no canto de brincar.
 
Vai lá: Miguel Tube
 
 
E o dia das mães em família foi divertidíssimo, com filho e sobrinhos amados!
Senti falta de muita gente, da minha mãe, da minha vó, da minha bisa, da tia Chica, das tias que não vejo há tempos, dos primos e tios...mas, aprendi a viver o que o universo me dá e a receber de bom grado.
É muito bom poder viver momentos incríveis com quem tenho a sorte de conviver, poder comer em um restaurante legal, ver meu filho brincar na rua com os primos e interagir em oficinas, tomar um chopp gelado, um café de primeira, dar risada e me encantar com uma parede verde e um espaço externo climatizado...sou grata pela oportunidade e recebo de coração e quero momentos cada vez mais felizes!
Vida longa ás mães e agradeço minha sogra, cunhada, tia do meu marido pelo acolhimento e minha irmã por participar!

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