segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Life edited. Você pode ser uma versão muito melhor de si mesmo, só que editada...

Menos é mais. Mesmo! Cada vez mais tenho vivido isso. Eu desde criança sempre acumulei tudo que ganhava, cartinhas, cartões, agendas, livros, trabalhos de escola, brinquedos...mesmo que não mexesse, ou organizasse as coleções e há alguns anos venho me movimentando para guardar o que vou de fato usar e principalmente, o que cabe no espaço que disponho. Manter uma grande estrutura, dá trabalho e é caro. Além disso, nem se tem tempo para usufruir de tudo. Então, cada vez mais, a gente ouve falar de que menos é mais e em clima de despedida do ano, vale deixar para trás, jogar fora:

Roupas que você não usou o ano todo e não são especiais (para ocasiões especiais, por exemplo)
Livros que não te interessam mais
Discos/CDs, que não ouve mais
Formas, panelas e coisas de cozinha que não usou por anos
Falsos amigos
Arquivos de computador
Fotos
Brinquedos dos filhos
Temperos e coisas da geladeira sem uso e fora da validade
Remédios

E fazer uam verdadeira limpa e abrir espaço para o novo.

O jogar fora, pode ser simplesmente fazer circular, dar de presente para alguém, doar, vender, ou descartar mesmo...já faz uma grande diferença.

Eu, tento a cada semana não acumular, renovar, tirar coisas quebradas que não vou consertar, etc etc.

E agora, estou numa grande faxina de fim de ano.

Tirei tudo do SPA que não vou usar mais. Tento vender uma maca e vou dar de presente para uma terapeuta da época, o kit de bambuterapia e com isso, o espaço debaixo da minha escada da sala, agradece.

Consegui finalmente ENTRAR no espaço que vai funcionar como home office e atelier e a sensação é ótima!

Percebo que mesmo a cada semana tentando arrumar armários (guardar a roupa para passar é uma ótima maneira de fazer um check up nos armários e tirar peças encardidas, manchadas, pequenas...e abrir espaço e manter a ordem), mesmo assim, tem lugares que a gente não tem tempo de ir na arrumação...

Hoje, tirei os brinquedos do baú do Miguel para lavar e arrumar...e assim vou indo...ainda falta muita coisa para descartar entre papéis e claro, quando tiver um lugar certo para guardar as coisas, com minha estante de caixotes, os armários da área de serviço e o escritório atelier montado...vou me policiar para manter ali o que couber e sempre fazer o ar fluir...

Então? Como é essa história por aí?

Qual não foi minha surpresa, quando li na revista vida simples que:

"Reduzir o que se tem pode transformar seu jeito de ser".

Fiquei a fim de ver o filme "Amor sem escalas". O personagem de George Clooney reduz sua vida a uma mochila. Exagerado? Sim, mas dá pra gente pensar...

O americano Graham Hill, fundador do site TreeHugger, com o projeto Life Edited, resolveu ser menos espaçoso e mudou-se para um lugar menor, digitalizou suas coleções, e nos faz pensar que nos últimos 50 anos as famílias reduziram e os espaços, as casas aumentaram de tamanho...não é incoerente?

"Você pode se tornar uma versão muito melhor de si mesmo, com cortes, é claro

Lembro que eu falava muito com o Fofo: Vamos para uma kitinet, afinal, cama e TV cabem ali, porque casa é legal, mas a gente acumula mais coisas e não curte a casa e dá um trabalhão! Fico feliz ao ver que tem gente que pensa assim também.

Portanto, repense se você ocupa e precisa de verdade do espaço em que vive. Eu ocupo e sempre edito! rs

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