segunda-feira, 18 de julho de 2011

Amo ser mãe em tempo integral



Tenho visto matérias falando sobre a pressão que as mulheres sofrem para abrirem mão de si e do seu tempo para cuidarem dos seus filhos e muitas abrem mão de carreira, etc e não são felizes.
Claro, que como minha amiga Vivian comentou hoje por email, só vamos ser felizes se estivermos em primeiro plano, porque não vamos cobrar futuramente ou até no presente, o que deixamos para trás.
Acho muito difícil avaliar a dose, mas acredito que auto conhecimento e sexto sentido contam muito nesse caso.
De minha parte, de verdade, encaro esse momento em que posso me dedicar exclusivamente à minha família, uma dádiva, um presente. Eu comecei a trabalhar com 13 anos e vivi a fundo a coisa do trabalho, me tornei uma workaholic.
Não me arrependo.
Mas hoje também não me arrependo de ter mudado o foco.
Abro mão de coisas que posso abrir mão e estou consciente do que estou fazendo.
Claro que dou aulas, faço traduções e sei que me reposicionar no mercado, ainda que trabalhando para mim e começar agora para aumentar a dose quando o Miguel estiver mais independente é importante.
Ao final, quero realizar mais coisas (materialmente falando) e também quero dar coisas a ele (materiais) e não quero ser um peso para ele quando for mais velha e não puder trabalhar (espero trabalhar até morrer...mas...).
Enfim, cada coisa no seu momento, não se desesperar, se atualizar e manter uma atividade são importantes para a gente não pirar na batatinha.
E não tem receita. Cada um vai saber o tom.
É o que tenho a dizer sobre isso.
Estou amando essa fase!!!
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